sexta-feira, 13 de julho de 2012

É possível? Verme vive melhor no espaço que na Terra

Caenorhabditis elegans é um nematoide transparente com cerca de 1 milímetro de comprimento - aparentemente, nascido para o espaço.[Imagem: Wormatlas]





Quando o astronauta da ESA André Kuipers foi pela primeira vez para a Estação Espacial Internacional, ele levou um experimento contendo vermes microscópicos, da espécieCaenorhabditis elegans.
O experimento foi projetado por uma equipe internacional de cientistas, dos Estados Unidos, Japão, França e Canadá, que estavam interessados em ver como o C. elegans reagiria à vida no espaço.
Esta espécie foi escolhida por se tratar do primeiro organismo multicelular cujo genoma foi mapeado por completo. Ele é largamente utilizado em experimentos científicos.
Genes da gravidade
A princípio, os cientistas descobriram que o verme-astronauta desenvolvia menos proteínas tóxicas nos músculos do que se tivesse ficado em terra.
Eles ficaram intrigados, e investigações posteriores revelaram que sete genes do nematoide ficavam inativos no espaço.
Aparentemente, a ausência de gravidade impedia a ação normal desses genes.
E, surpreendentemente, os vermes pareciam viver melhor sem eles.
Foi necessário então verificar o que aconteceria se os mesmos genes fossem desligados no laboratório, aqui embaixo.
Os cientistas então descobriram que os vermes que cresciam sem os sete genes também viviam mais e eram mais saudáveis.
"Os músculos tendem a encolher no espaço. Os resultados deste estudo sugerem que os músculos estão se adaptando, em vez de reagirem involuntariamente às condições do espaço," afirma Nathaniel Szewczyk, cientista que participa do projeto.
"Ao contrário do que seria de esperar, os músculos no espaço podem envelhecer melhor do que na Terra. Também pode ser que o voo espacial atrase o processo de envelhecimento," teoriza ele.
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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Os olhos não veem, o coração sente


Os olhos não veem, o coração sente. Leia o que o prof. Batista de lima (Professor Mestre da Universidade Estadual do Ceará – UECE , Assessor Pedagógico da Universidade de Fortaleza – UNIFOR , Membro da Academia Cearense de Letras, Membro do Conselho de Educação do Estado do Ceará ) escreveu sobre o livro de Angélica Sampaio (escritora, professora e esposa minha). O lançamento ocorerá dia 16 de outubro de 2011 às 9hs. O local tem tudo a ver , será no auditório da casa de José de Alenca na avenida Washington soares, 6055 em Messejana.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

BioBloGuia em sala de aula.



Ultimamente estou utilizando o BioBloGuia como ferramenta de incentivo a galerinha que eu acompanho, para trabalhar os conteúdos de sala de aula. O primeiro desafio é organizar e planejar o conteúdo de uma forma que ele não fique tão repetitivo, depois é fazer a turma comprar a ideia, ou seja, os próprios alunos é que farão algumas publicações no blog. O projeto está em andamento e ainda é cheio de falhas mas já apresenta resultados.

Então, como prometido ... aí está a primeira. Uma hitória em quadrinhos sobre molúscos, feita pelo João Pedro, aluno do 7º ano. Infelizmente as dimensões são pequenas e não podemos vizualizar adequadamente. A minha sugestão é que, quem desejar ler a história, basta clicar na imagem, copiar e colar...









sábado, 4 de junho de 2011

Poema de Fernando Pessoa

XXIV
O que nós vemos das coisas são as coisas.
Por que veríamos nós uma coisa se houvesse outra?
Por que é que ver e ouvir seria iludirmo-nos
Se ver e ouvir são ver e ouvir?

O essencial é saber ver.
Saber ver sem estar a pensar,
Saber ver quando se vê,
E nem pensar quando se vê
Nem ver quando se pensa.

Mas isso (tristes de nós que trazemos a alma vestida!),
Isso exige um estudo profundo,
Uma aprendizagem de desaprender
E uma sequestração na liberdade daquele convento
De que os poetas dizem que as estrelas são as freiras eternas
E as flores as penitentes convictas de um só dia,
Mas onde afinal as estrelas não são senão estrelas
Nem as flores senão flores,
Sendo por isso que lhes chamamos estrelas e flores.

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